quinta-feira, 3 de março de 2011

Uma rosa, mesmo com outra cor, cheiraria igualmente bem


Ato I, Cena I.
Abrem-se as cortinas.
Um gnomo de jardim lê o prólogo.

Gnomo - Esta história já foi contada muitas e muitas vezes, e eu vou contá-la de novo. Mas de um jeito diferente.
Assim começa Gnomeu e Julieta (Gnomeo & Juliet), uma das mais originais e loucas adaptações do clássico de Shakespeare já produzidas. Com a direção de Kelly Asbury, o filme saiu da esfera de coisas improváveis para ser uma animação com ótima trilha sonora.


O Ocaso de Adam

Adam Richard Sandler, do alto de seus quase 44 anos, pode, ainda, se considerar um sortudo. Não é de hoje que seus filmes são marcados, primordialmente, pelo desfile de beldades misteriosamente atraídas por seja lá qual for o charme de seus personagens – todos eles, diga-se de passagem, carismáticos e ligeiramente infantis. Esposa de Mentirinha (“Just Go With It”, Eua, 2011) segue à risca a cartilha dos filmes de Sandler: anedotas encavaladas, gags levemente constrangedoras e o velho duelo amadurecimento versus escapismo.


quarta-feira, 2 de março de 2011

De Imagens e Palavras...

Depois de quatro anos de trabalho e inúmeros adiamentos, finalmente chega às telonas Lope (2010), de Andrucha Waddington. O filme, que conta o início da carreira de dramaturgo do talvez mais importante escritor espanhol de todos os tempos, é uma co-produção entre Brasil e Espanha. A união e esforço valeram a pena. Vencedor de dois prêmios Goya (Melhor Direção de Arte e Canção Original), o filme é, no mínimo, bastante apreciável.

Poster Lope

Notas Musicais #4

Bem, como eu não gosto de ficar em dívida com ninguém, aqui vai meu artigo sobre o Foo Fighters.


terça-feira, 1 de março de 2011

FILOSOFILMES: Fantasia Desnecessária

A série de videogames "Final Fantasy" é uma das mais populares e lucrativas do mundo, sempre trazendo novidades relacionadas a história e gráficos. Infelizmente a fantasia não foi tão grandiosa quando chegou as telonas pela primeira vez com o episódio "Spirits Within",  desagradando pelo fraco enredo e por não ter nenhuma ligação com os jogos. Numa tentativa de suprir esta carência, a Square-Enix (produtora dos games) resolveu apostar em mais um longa, dessa vez baseado na encarnação mais famosa da série videogamística, nasce a animação Final Fantasy VII Advent Children (Japão, 2005).


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