Mostrando postagens com marcador animação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador animação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de julho de 2013

A Princesa e o Plebeu com Cãezinhos


Tempos de Papa e bebês reais nos fazem lembrar o quão pouco nos distanciamos da Idade Média. Claro que acabou a escravatura (oficialmente, pelo menos) e que a monarquia é meramente simbólica, mas a diferença entre as classes sociais continua abismal em muitos países ainda. Claro que isso tanto no mundo humano, quanto no mundo animal privilegiado por este. É assim, que a Disney decide lançar, já em meados dos anos cinquenta, a história de A Dama e o Vagabundo ("Lady and The Tramp", EUA, 1955), de Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Somos todos loucos aqui



Alice No País das Maravilhas, a história da corajosa menina que segue o coelho branco ao entrar em sua toca, que acaba se revelando uma porta de entrada para um mundo fantástico, repleto de personagens estranhos e peculiares. Ao escrever sobre Alice, obviamente, é necessário fazer alguma referência a obra original de Lewis Carroll. Escrita para a filha de Henry Liddell, Alice, que ao ouvir a história contada por Charles Dodgson (Lewis Carroll foi o pseudônimo utilizado ao publicar o livro) num passeio, pediu para que Charles a escrevesse. A história que aparentemente parece ser infantil, por seu tema fantástico, possui uma alta complexidade devido as alusões feitas durante o romance, sendo alvo de vários estudos e teorias. Teorias das mais doidas também, como uma que Alice era uma menina esquizofrênica que foi deixada num sanatório por seus país e lá criou toda essa história fantástica para funcionar como uma fuga dos horrores que sofria por lá. De qualquer maneira, Alice No País Das Maravilhas é um ótimo livro tanto para crianças quanto para adultos e que possui diversas adaptações feitas para a sétima arte, inclusive pelos estúdios Disney, como não podia ser diferente com uma temática dessa.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Retardatário Narrativo

Há muito tempo atrás era charmoso ver uma animação em cgi. Depois, a Pixar instaurou um nível de qualidade que poucos competidores conseguiram seguir. Com o limbo em que o estúdio está, ta valendo pra todo mundo virar a nova âncora das animações digitais. Infelizmente esse não é o caso de Turbo, (“Turbo” EUA, 2013).

terça-feira, 16 de julho de 2013

As Noites da Arábia... E os dias também.



A animação Old School da Disney segue a fórmula clássica da corporação, não que haja algum demérito nisso, pelo contrário, pois quando se é bem feito, o resultado continua a impressionar e deixar sua marca. Aladdin (“Aladdin”, Estados Unidos, 1992) é um dos grandes clássicos dos estúdios Disney. O jovem pobre que encontra uma lâmpada mágica que ao esfregar libera um gênio capaz de conceder até três desejos e procura então conquistar sua paixão. E quem não queria uma dessas? Com certeza iria facilitar a vida. Comentários a parte, o desenho é maravilhoso assim como também é a história. Esta, que por sua vez, é uma adaptação de um conto popular que compõe a coletânea de contos árabes “Mil e Uma Noites”, sendo conhecido como Aladim e a Lâmpada Maravilhosa.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Herói Em Miniatura


Em 1998, Toy Story completava três anos. Depois do arrasa-quarteirão, primeira animação realizada integralmente em computação gráfica, Disney e Pixar tinham um desafio: o que fazer a seguir? A resposta: Vida de Inseto (A Bug's Life, Estados Unidos, 1998).


domingo, 14 de julho de 2013

Apetite Pela Destruição


Detona Ralph (“Wreck-it Ralph”, Estados Unidos, 2012) procura, assim como em – e a comparação aqui é inevitável – Toy Story, se aventurar no mundo daquilo que acontece quando não se tem alguém por perto. No entanto, no caso de Ralph seu universo é o dos games e a história começa depois do batente no arcade, após o ultimo game over.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A "Princesa" Trabalhadora



Quem lembra de quando a Disney começou a divulgar que teria sua primeira princesa negra afro-americana? Sabia-se que a trama se passaria em Nova Orleans e seria em torno da história do príncipe sapo, mas acho que ninguém esperava uma história tão moderna e até de certa forma racista quanto A Princesa e o Sapo ("The Princess and the Frog", EUA, 2009), de Ron Clements e John Musker.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

A Princesa do Oceano


Inexplorado e gigantesco, o oceano sempre foi um ambiente de muito mistério. Então, quando o navio de Eric navega para casa, cantando músicas sobre o rei Tritão, e mergulhamos no mágico universo marinho das sereias, a Disney nos leva a um mundo desconhecido pelo homem e lá encontramos a princesa sereia Ariel em A Pequena Sereia ("The Little Mermaid", EUA, 1989), de Ron Clements e John Musker.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Lições Mágicas


O Rei Artur, Merlin, Morgana, Lancelot, Guinevere e tantos outros personagens do cânone da Távola Redonda são tão lendários que ultrapassam os limites de qualquer adaptação que já tenha sido feita. Das tradições orais até as mídias mais recentes, de livros a jogos de videogame e gibis, a cada vez que essa história é recontada ela ganha força e contribui para um grande todo no imaginário coletivo. Como então transformar um personagem tão eterno para dentro do universo Disney? Em A Espada Era a Lei (The Sword In The Stone, Estados Unidos, 1963), a animação consegue esse feito no melhor estilo Disney: com muita mágica, música e bondade no coração.

domingo, 7 de julho de 2013

Jim Carrey animado



Os Fantasmas de Scrooge (“A Christmas Carol”, EUA, 2009) é uma das muitas adaptações do livro de Charles Dickens. A história, que já ganhou suas versões com Os Muppets, o Mickey e até o Batman, dessa vez abraçou a tecnologia e alcançou uma qualidade surpreendente. Isto graças ao diretor Robert Zemeckis, que apostou na animação com captura de movimentos reais. Ou seja, se eu te digo que a atuação nesse filme é excelente, os créditos não são exclusivos do pessoal da animação; Jim Carrey, no papel do velho Ebenezer Scrooge, também merece meus parabéns.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Tem Uma Lhama Nesse Filme



História original, personagens marcantes, piadas engraçadíssimas. Se isso não te convence, espera aí, vou te contar: O filme tem uma lhama. Aham, aham, aham aham aham! Quem já assistiu ao filme entendeu a musiquinha. É uma das piadas de Cuzco, o anti-herói de A Nova Onda do Imperador (“The Emperor’s New Groove”, EUA, 2000). Aliás, se você até agora não sabia o que era um “anti-herói”, chegou a hora de aprender! LixeiraDourada é só cultura, minha gente.



terça-feira, 25 de junho de 2013

Ao infinito, e além…



Quando criança já se perguntou o que seus brinquedos faziam quando você não estava por perto? Entrou no quarto de súbito ou acordou no meio da noite para pegá-los no flagra? Eu sei que eu fazia isso... Tom Hanks também. E esta foi a ideia inicial do primeiro filme produzido da parceria entre os estúdios Disney e Pixar.

Delicadeza e um toque de tristeza



Chame alguém de Bambi hoje ou compare-o a um veado: seu interlocutor ficará, no mínimo, um pouco ofendido. Se hoje o termo é depreciativo em relação aos homossexuais, deve muito pouco à memória de seu representante animado, Bambi (Estados Unidos, 1942). O protagonista, criado no romance Bambi, A Life in the Woods, de Felix Salten, tem seu nome vindo de "bambino" – significado de "menino" em italiano. E assim é Bambi: uma criança frágil e desajeitada, infelizmente injustiçada pela passagem do tempo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Como uma Rosa




ANA PAULA LAPORT

Antes de qualquer coisa, gostaria de informar que Aurora é a princesa mais bonita da Disney, não tem como discordar. Se bem que com três fadas madrinhas até eu. Fora que a história de A Bela Adormecida (“Sleeping Beauty”, 1959, EUA) é toda romantizada, com “lugares distantes, duelo de espadas, feitiços, um príncipe disfarçado”... Ou seja, uma obra de poeta. No início do filme, o narrador explica o porquê do nome da princesa: “Deram-lhe o nome da luz da manhã, porque a menina veio iluminar-lhes a vida como um raio de sol.” Lindo! Pena que essa parte só foi acrescentada na produção da Disney.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Clássico que Nunca Envelhece




Quem foi que nunca desejou ser criança para sempre!? Era uma época onde as responsabilidades eram menores, os dias eram mais voltados para diversão e tudo que é considerado sério para o mundo adulto era visto como se fosse uma grande brincadeira. Todas esses “princípicos” do mundo infantil sempre estiveram presentes em toda criança. Mas, no ano de 1911, essas idéias foram engradecidas e mostradas a todos através de uma peça teatral de J. M. Barrie. O espetáculo Peter Pan & Wendy originou um livro infantil e várias adaptações para o cinema, e entre elas está um dos mais aclamados clássicos da Disney: Peter Pan (EUA, 1953).


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Como passar no Enem sendo um monstro

Foi a originalidade de “Monstros S.A” que me cativou. Entre meus amigos de escola da época, quem diria que o medo que sentimos dos monstros é recíproco? O filme surpreendeu e me arrancou risadas capazes de suprir alguns anos de energia no mundo monstro. Infelizmente, a história do novo filme não repete a façanha. Universidade Monstros (“Monsters University”, EUA, 2013) é bom, mas não marca, limitando-se a ser mais um filme sobre problemas de ajuste na escola. Importante para a educação das crianças, sim, mas falta o tempero das piadas bem afiadas. Falta genialidade, falta certa dose de energia.

O Orelhudo mais Amado de Todos


A história do quarto filme da Walt Disney Company todo mundo já conhece: um elefantinho que é discriminado (na verdade, podemos dizer até que ele sofre bullying, embora esse termo ainda não tivesse sido inventado nos anos 40) pelos seus companheiros de circo por causa de suas orelhas, que são, para usar um eufemismo, desproporcionais. Dumbo (1941, EUA) foi produzido com a intenção de gastar pouco e fazer dinheiro nas bilheterias, pois os dois últimos longas da companhia ("Fantasia" e "Pinóquio") não tinham sido muito bem sucedidos, principalmente pelo advento da Segunda Guerra Mundial. O longa acabou sendo, então, um dos maiores sucessos da Disney na década de 40, foi elogiado pela crítica e abocanhou o Oscar de melhor canção por "Baby Mine".


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Clássica, em todos os sentidos


Até hoje uma princesa loira de olhos azuis estampa cadernos e lancheiras, é tema de fantasias de Halloween e de festinhas de aniversário, e tem um castelo que é o principal símbolo da Disney e atração chave na Disneylândia. Cinderela (Cinderella, Estados Unidos, 1950) levantou a companhia no pós-guerra, que não fazia longas desde "Bambi", de 1942. A animação ganhou, ainda, duas continuações (de 2002 e 2007, lançadas diretamente em vídeo) e um live action a caminho.

Cinderela é boa, gentil, honesta, bonita, humilde, talentosa e amiga até dos ratinhos. Mas também é submissa, ótima dona de casa e futura esposa e mãe (para alegria de seu futuro sogro, o rei). Os valores são os da década de 1950 e se de alguma forma a princesa persiste até hoje no imaginário infantil é por sua vocação de marca e símbolo universal, a princesa que canta com os passarinhos e realiza sonhos - muito além da própria história. A animação, a trilha sonora e até mesmo o desenvolvimento da trama podem parecer datados, mas Cinderela, a personagem, tem um quê de eterno, mesmo que represente tão pouco das crianças de todo o mundo.


A história é bem conhecida, do clássico de Charles Perrault: Cinderela, filha muito amada de um pai muito rico, ganha uma madrasta e duas irmãs. Quando o pai morre, a madrasta se revela maldosa e hipócrita e faz da menina sua criada. Suas filhas também a maltratam e a chamam de Gata Borralheira. Porém, um grande baile na corte mudará o destino da menina e, com a ajuda da sua fada madrinha, seus sonhos serão realizados. Recentemente se falou muito de como os contos de fada originais, da tradição falada, eram mais violentos e assustadores, tão diferentes da adaptação da Disney - mas se o longa tem um conteúdo tão patriarcal e moralista, é um fruto de sua época, assim como o são as princesas aventureiras e atrevidas de hoje. O sonho de Cinderela, o principal motivo do filme, é se casar - nem importa com quem: o príncipe só aparece lá pelos 50 minutos de filme e, mesmo assim, pouco fala ou se faz presente.


Apesar disso, Cinderela passa a mensagem fundamental de que com bastante fé (e um pouquinho de magia) os sonhos daqueles que merecem podem se realizar, mesmo os de uma gata borralheira. Esse lema permeia qualquer filme da Disney e também um pouquinho da crença de ser criança. Talvez seja isso o eterno de Cinderela: a atmosfera da magia, da crença na bondade e o Bibbidi-Bobbidi-Boo.

domingo, 16 de junho de 2013

Uma Orquestra Fantástica



Vocês se lembram da primeira vez que ouviram uma orquestra ao vivo? Eu não lembro, mas até hoje me emociono. Afinal, são tantos sons que compõem um lindo ballet sinfônico, com tantas vozes, agudas e graves, que narram uma história sonora. É a partir desta ideia que Walt Disney combina a magia de uma sinfonia clássica com o fantástico mundo da animação, no filme Fantasia (EUA, 1940).

sábado, 15 de junho de 2013

Ensinamentos Clássicos



Quase todo filme voltado para o público infantil possui uma lição de moral por trás da trama. Porém, existe um clássico da Disney que podemos considerar como a uma das primeiras e mais completas lições de moral já existente na historia do cinema. Pinóquio (Pinocchio, EUA, 1940) é um daqueles contos que foram feitos quase exclusivamente com o intuito de educar as crianças sobre o que é certo e o que é errado. O medo foi ferramenta fundamental.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...