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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Herói Em Miniatura
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Gabriel Pinheiro
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animação,
Disney,
especial,
filme,
Vida de Inseto,
Walt Disney 90 anos
domingo, 14 de julho de 2013
Apetite Pela Destruição
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Unknown
Detona Ralph (“Wreck-it Ralph”, Estados Unidos, 2012) procura, assim como em – e a comparação aqui é inevitável – Toy Story, se aventurar no mundo daquilo que acontece quando não se tem alguém por perto. No entanto, no caso de Ralph seu universo é o dos games e a história começa depois do batente no arcade, após o ultimo game over.
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Detona Ralph,
Disney,
especial,
filme,
Walt Disney 90 anos
terça-feira, 9 de julho de 2013
Lições Mágicas
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Tejo
O Rei Artur, Merlin, Morgana, Lancelot, Guinevere e tantos outros personagens do cânone da Távola Redonda são tão lendários que ultrapassam os limites de qualquer adaptação que já tenha sido feita. Das tradições orais até as mídias mais recentes, de livros a jogos de videogame e gibis, a cada vez que essa história é recontada ela ganha força e contribui para um grande todo no imaginário coletivo. Como então transformar um personagem tão eterno para dentro do universo Disney? Em A Espada Era a Lei (The Sword In The Stone, Estados Unidos, 1963), a animação consegue esse feito no melhor estilo Disney: com muita mágica, música e bondade no coração.
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Walt Disney 90 anos
domingo, 7 de julho de 2013
Jim Carrey animado
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Monalisa Marques
Os Fantasmas de Scrooge (“A Christmas Carol”, EUA, 2009) é uma das muitas adaptações do livro de Charles Dickens. A história, que já ganhou suas versões com Os Muppets, o Mickey e até o Batman, dessa vez abraçou a tecnologia e alcançou uma qualidade surpreendente. Isto graças ao diretor Robert Zemeckis, que apostou na animação com captura de movimentos reais. Ou seja, se eu te digo que a atuação nesse filme é excelente, os créditos não são exclusivos do pessoal da animação; Jim Carrey, no papel do velho Ebenezer Scrooge, também merece meus parabéns.
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Os Fantasmas de Scrooge,
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Walt Disney 90 anos
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Tem Uma Lhama Nesse Filme
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Monalisa Marques
História original, personagens marcantes, piadas engraçadíssimas. Se isso não te convence, espera aí, vou te contar: O filme tem uma lhama. Aham, aham, aham aham aham! Quem já assistiu ao filme entendeu a musiquinha. É uma das piadas de Cuzco, o anti-herói de A Nova Onda do Imperador (“The Emperor’s New Groove”, EUA, 2000). Aliás, se você até agora não sabia o que era um “anti-herói”, chegou a hora de aprender! LixeiraDourada é só cultura, minha gente.
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Walt Disney 90 anos
terça-feira, 25 de junho de 2013
Delicadeza e um toque de tristeza
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Tejo
Chame alguém de Bambi hoje ou compare-o a um veado: seu interlocutor ficará, no mínimo, um pouco ofendido. Se hoje o termo é depreciativo em relação aos homossexuais, deve muito pouco à memória de seu representante animado, Bambi (Estados Unidos, 1942). O protagonista, criado no romance Bambi, A Life in the Woods, de Felix Salten, tem seu nome vindo de "bambino" – significado de "menino" em italiano. E assim é Bambi: uma criança frágil e desajeitada, infelizmente injustiçada pela passagem do tempo.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Como passar no Enem sendo um monstro
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Monalisa Marques
Foi a originalidade de “Monstros S.A” que me cativou. Entre meus amigos de escola da época, quem diria que o medo que sentimos dos monstros é recíproco? O filme surpreendeu e me arrancou risadas capazes de suprir alguns anos de energia no mundo monstro. Infelizmente, a história do novo filme não repete a façanha. Universidade Monstros (“Monsters University”, EUA, 2013) é bom, mas não marca, limitando-se a ser mais um filme sobre problemas de ajuste na escola. Importante para a educação das crianças, sim, mas falta o tempero das piadas bem afiadas. Falta genialidade, falta certa dose de energia.
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O Guarda-Chuva Azul,
Pixar,
Universidade Monstros
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Clássica, em todos os sentidos
reciclado por
Tejo
Até hoje uma princesa loira de olhos azuis estampa cadernos e lancheiras, é tema de fantasias de Halloween e de festinhas de aniversário, e tem um castelo que é o principal símbolo da Disney e atração chave na Disneylândia. Cinderela (Cinderella, Estados Unidos, 1950) levantou a companhia no pós-guerra, que não fazia longas desde "Bambi", de 1942. A animação ganhou, ainda, duas continuações (de 2002 e 2007, lançadas diretamente em vídeo) e um live action a caminho.
Cinderela é boa, gentil, honesta, bonita, humilde, talentosa e
amiga até dos ratinhos. Mas também é submissa, ótima dona de casa e
futura esposa e mãe (para alegria de seu futuro sogro, o rei). Os
valores são os da década de 1950 e se de alguma forma a princesa persiste
até hoje no imaginário infantil é por sua vocação de marca e símbolo
universal, a princesa que canta com os passarinhos e realiza sonhos -
muito além da própria história. A animação, a trilha sonora e até mesmo o
desenvolvimento da trama podem parecer datados,
mas Cinderela, a personagem, tem um quê de eterno, mesmo que represente tão pouco das crianças de todo o mundo.
A história é bem conhecida, do clássico de Charles Perrault: Cinderela, filha muito amada de um pai muito rico, ganha uma madrasta e duas irmãs. Quando o pai morre, a madrasta se revela maldosa e hipócrita e faz da menina sua criada. Suas filhas também a maltratam e a chamam de Gata Borralheira. Porém, um grande baile na corte mudará o destino da menina e, com a ajuda da sua fada madrinha, seus sonhos serão realizados. Recentemente se falou muito de como os contos de fada originais, da tradição falada, eram mais violentos e assustadores, tão diferentes da adaptação da Disney - mas se o longa tem um conteúdo tão patriarcal e moralista, é um fruto de sua época, assim como o são as princesas aventureiras e atrevidas de hoje. O sonho de Cinderela, o principal motivo do filme, é se casar - nem importa com quem: o príncipe só aparece lá pelos 50 minutos de filme e, mesmo assim, pouco fala ou se faz presente.
Apesar disso, Cinderela passa a mensagem fundamental de que com bastante fé (e um pouquinho de magia) os sonhos daqueles que merecem podem se realizar, mesmo os de uma gata borralheira. Esse lema permeia qualquer filme da Disney e também um pouquinho da crença de ser criança. Talvez seja isso o eterno de Cinderela: a atmosfera da magia, da crença na bondade e o Bibbidi-Bobbidi-Boo.
A história é bem conhecida, do clássico de Charles Perrault: Cinderela, filha muito amada de um pai muito rico, ganha uma madrasta e duas irmãs. Quando o pai morre, a madrasta se revela maldosa e hipócrita e faz da menina sua criada. Suas filhas também a maltratam e a chamam de Gata Borralheira. Porém, um grande baile na corte mudará o destino da menina e, com a ajuda da sua fada madrinha, seus sonhos serão realizados. Recentemente se falou muito de como os contos de fada originais, da tradição falada, eram mais violentos e assustadores, tão diferentes da adaptação da Disney - mas se o longa tem um conteúdo tão patriarcal e moralista, é um fruto de sua época, assim como o são as princesas aventureiras e atrevidas de hoje. O sonho de Cinderela, o principal motivo do filme, é se casar - nem importa com quem: o príncipe só aparece lá pelos 50 minutos de filme e, mesmo assim, pouco fala ou se faz presente.
Apesar disso, Cinderela passa a mensagem fundamental de que com bastante fé (e um pouquinho de magia) os sonhos daqueles que merecem podem se realizar, mesmo os de uma gata borralheira. Esse lema permeia qualquer filme da Disney e também um pouquinho da crença de ser criança. Talvez seja isso o eterno de Cinderela: a atmosfera da magia, da crença na bondade e o Bibbidi-Bobbidi-Boo.
Cinema de Câmara
reciclado por
Pedro Henrique Barros
Como vocês já sabem (graças à Jess) Fantasia surgiu para ser exibido perenemente sempre com curta-metragens novos sendo exibido com os antigos. Essa idéia ambiciosa do Walt Disney foi amplamente inviabilizada até que no ano 2000 uma nova edição do Fantasia surge se nomeando Fantasia 2000 (EUA, 1999). No mesmo modelo do anterior, o filme mostra porque a Disney continua na vanguarda desse novo mundo da animação.
O filme é uma compilação de nove curtas animados dos estúdios Disney acompanhados de vários standarts da música clássica. Em relação ao original, os dois começam mais ou menos da mesma forma que o original: com a criação do universo. A partir daí, no entanto, cada um segue com a sua viagem nos apresentando mundos cada um mais fantástico que o outro. Um dos mirabolantes mostra baleias voando pela aurora boreal, enquanto um delírio mais jazzistico nos leva por um dia em Nova Iorque. Até o Pato Donald dá uma de Noé numa releitura do mito bíblico ao som de “Pompa e cirunstâncea”. Todos as animações estão garantidas de marcar você de alguma forma, somente a do Soldadinho de Chumbo que passa um pouco apagada.
Uma outra mudança do original é que dessa vez um número de celebridades vêm apresentar os curtas. Os nomes vão de Penn e Teller até James Earl Jones. Durante a introdução feita por Bette Midler ela comenta que um dos projetos para o Fantasia que não seguiu em frente era uma animação que Disney estava fazendo junto com Salvador Dalí. Nenhum dos dois conseguiu concluir a animação, mas graças ao esforço dos profissionais do estúdio, hoje em dia essa animação existe. É essa aqui, ó: http://www.youtube.com/watch?v=1GFkN4deuZU
Dentre todos os vídeos novos, pelo menos um deles é do antigo Fantasia, você pode adivinhar qual é? Isso mesmo, aparentemente, o Mickey Feiticeiro não só está na lombada das nossas fitas vhs mas também em nossos corações. Apesar de ser o segundo dos fantasias, esse filme ganha medalha de ouro em dois quesitos: Ele foi lançado às 23:59 de 31 de dezembro de 1999, sendo assim, o primeiro filme a ser lançado do milênio. Depois, ele também foi um dos primeiros filmes a sair em IMAX.
Era um mundo diferente quando este filme saiu, Disney não era mais hegemônica na arte de se animar direito. Mesmo assim, não precisa olhar mais do que Fantasia 2000 pra entender porque o império de Walt segue forte até hoje. Animar não é o mesmo que dar vida, e a magia que nos cativou desde que somos crianças não pode ser encontrada em qualquer lugar.
*Seletivamente coletado como
Disney,
Fantasia 2000,
Walt Disney 90 anos
domingo, 16 de junho de 2013
Disney: vida e obra
reciclado por
Tejo
Não é muito extremo dizer que os sonhos da maioria das crianças do mundo passaram pelo universo dos personagens
Disney. O arco mágico que escorre lentamente por cima do castelo da Cinderela anuncia que estamos deixando o mundo do
hoje e entrando no mundo "do ontem, do amanhã, e da fantasia". O homem que criou e deu seu nome a essa fábrica de
entretenimento sem paralelo, Walter Elias Disney - Walt, pros íntimos, que somos todos nós - se confunde com a
própria história do seu império. Disney, como o grande contador de histórias que era, não se preocupava em criar ou
aumentar os mitos que cercavam sua imagem. Assim, Walt se tornou, ele mesmo, mágico, com a capacidade sobrenatural
de viver pra sempre: tem gente que diz que ele está criogenicamente congelado, só esperando pra acordar.
*Seletivamente coletado como
biografia,
Disney,
especial,
Walt Disney 90 anos
sábado, 15 de junho de 2013
Ensinamentos Clássicos
reciclado por
Simão Pedro Santos
Quase todo filme voltado para o público infantil possui uma lição de moral por trás da trama. Porém, existe um clássico da Disney que podemos considerar como a uma das primeiras e mais completas lições de moral já existente na historia do cinema. Pinóquio (Pinocchio, EUA, 1940) é um daqueles contos que foram feitos quase exclusivamente com o intuito de educar as crianças sobre o que é certo e o que é errado. O medo foi ferramenta fundamental.
A primeira a gente nunca esquece
reciclado por
Crítico Convidado
ANA PAULA LAPORT
Era uma vez uma rainha recalcada e invejosa... Er... Quer dizer...
Há mais de duzentos anos, dois irmãos alemães (Jacob e Wilhelm Grimm), muito interessados em descobrir a origem história e linguística de seu país, começaram a estudar e pesquisar narrativas populares e lendas antigas passadas pela tradição oral. Eles compilaram um bando delas, de várias regiões, e as publicaram. As histórias ficaram tão famosas que foram reproduzidas diversas outras vezes, em livros, filmes e peças de teatro.
*Seletivamente coletado como
animação,
Branca de Neve e os sete anões,
Disney,
especial,
filme,
Walt Disney 90 anos
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Um sonho nonagenário
reciclado por
Victor Rocha
*com Ana Paula Laport
Qual é o seu sonho? O sonho de uma marca é deixar de ser marca para virar sonho. Parece um desafio impossível, mas não era para o sr. Walter Elias. Chegar na casa dos 90 e ainda encantar cada nova geração incontestavelmente é um triunfo com a cara da Disney. E não estou falando só da incrível renovação tecnológica e cultural que a "fábrica de sonhos" alcança a cada lançamento, mas da capacidade de ainda emocionar mesmo com seus primeiros projetos.
A partir de amanhã o LixeiraDourada convida você a voltar a ser criança e mergulhar na Magia da Disney. Durante um mês, nós homenagearemos a criadora do Mikey em seus filmes mais famosos, além de comentar curiosidades e a grandiosa história por trás do espetáculo.
*Seletivamente coletado como
abertura,
Disney,
especial,
Walt Disney 90 anos
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Um Reino Sem Emoção
reciclado por
D M Rangel
Lembro-me quando a Disney costumava acertar em cheio nos anos noventa. Eu chorava ao ver Simba perder o pai, e Bambi perder a mãe. Todas aquelas histórias e meus livros de contos de fadas, até mesmo minha coleção dos irmãos Grimm me fizeram um criança feliz. Então muito, muito tempo depois a fábrica de sonhos conseguiu acertar novamente, com Detona Ralph. Alguns, mais esperançosos, vislumbraram um retorno - mesmo que lento - àquela glória do estúdio no passado.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
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