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sábado, 5 de janeiro de 2013

A vida dos outros... E a minha!



O tempo pode correr tão rápido. Tudo passa em uma velocidade capaz de cortar a nossa pele com o vento. O tempo pode ser mais cruel que qualquer ser humano em sua imaginação, já devorou mais filhos que o Titã Cronos e já deixou mais mulheres de coração partido que qualquer Casablanca. Ainda assim, esse mesmo tempo, fracionário e eterno deu a humanidade a arte que ela precisava: o cinema. A Sétima delas. Fascinando os olhos do homem que faz e do que assiste. Assim como os meus olhos, daquele que sobre ela escreve.


sábado, 28 de abril de 2012

O Pequeno Demônio Dentro de Nós



Hoje se fecha mais um ciclo. O último filme alemão a ser falado em nossa coluna de Cinema Europeu é talvez o mais conhecido dos cinco. Na primeira vez que o vi era meia noite, meus olhos mal se sustentavam contra o sono e minha vontade era de desistir de assisti-lo. Mas bastaram os primeiros minutos dentro daquela sala escura para todo meu interior sonolento ter um motivo para continuar acordado e bem atento.

sábado, 21 de abril de 2012

Aquele Sentimento



Às vezes a gente não quer escrever, se expressar, tirar de dentro o que já quase transborda. Falta vontade de proclamar a arte ainda não vista. Por isso nos encontramos impotentes, cheios de pressão interna e completa inércia ao lado de fora. O quarto filme do Ciclo Alemanha nos tira de um ponto comum e nos leva para uma realidade de amor já explorada, aqui tratada com um novo olhar.


sábado, 14 de abril de 2012

Nada Vale Um Amor Sóbrio



Se Roger Waters se via separado da plateia, nos vemos distantes da tela de projeção. Às vezes a gente se prende à “filmes mensagem” pela simples ideia passada. Hoje, porém, vamos falar sobre aquele tipo de película completa. Do gênero capaz de prender nossa atenção e coração da raiz às folhas. Eis mais um filme do circuito Alemanha, considerado por muitos críticos como o melhor do país nos últimos 10 anos (e eu modestamente concordo).

sábado, 7 de abril de 2012

Sentimento Substantivo



Ah, a amizade. Como já cantava Rita Lee, é o amor sem sexo e é disso aqui que vamos tratar e talvez mais um pouco. Essa palavra capaz de nos mover e enganar. Quando somos deixados levar por falsos amigos ou quando os verdadeiros nos dão aquele abraço apertado tão necessário, é desse mesmo vocábulo a origem de “tudo”. Um ponto de amor e outro de medo, a linha vai suturando os furos. A nossa manta de sentimentos.


sábado, 31 de março de 2012

Não Se Esqueça de Você Mesmo



Não é muito, mas o texto n.º 10 para um novato como eu tem um Q especial. Hoje escrevo a décima página de um diário pessoal e aberto para todos. Registro aqui o que vi, filtrei e me apaixonei. Para vocês abro um pouco do meu mundo fílmico. Estamos agora na Alemanha, o lugar dos melhores cachorros quentes, lar de uma das capitais mais excitantes da Europa e claro, de filmes incríveis. Como Chihiro esteve após atravessar um túnel escuro com seus pais, estamos diante de um lugar desconhecido. Nossa viagem pode não ser através de um trem cujos trilhos estão submersos e com dragões e bruxas, porém não menos mágico viajamos pela descoberta de nós mesmos, para as possibilidades de sorrisos ao lado de fora.

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