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sábado, 18 de agosto de 2012

Ящик Пандоры - A Caixa de Pandora



De um filme quente no início para um segundo texto no frio do maior país do mundo. Arca Russa (Русский ковчег”, 2002) é um drama histórico dirigido por Alexander Sokurov. Selecionado para o Festival de Cannes de 2002 e para entrar na história do cinema. E você que já achava os planos sequência de Irreversível incríveis, espere até ver esta película. Pronto para se surpreender?

sábado, 11 de agosto de 2012

Стиляги в Москве - Hipsters em Moscou



Há alguma maneira melhor de começar a falar sobre um país do que quebrando estereótipos? Quem imaginaria um filme musical russo pronto para ser copiado (ok, os ianques chamam de remake – e sim, eles realmente vão fazer um) pelos norte-americanos? Por isso mesmo vamos começar com esse colorido e divertindo exemplar. Bem vindo ao Ciclo Rússia, daragoi druk.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Do Que São Feitos Os Doces Sonhos




Foi mais ou menos em 2008 o período em que conheci aquela cantora de um rock meio estranho – procurem por Box – que viria a se tornar uma das pop stars mais queridas, premiadas e famosas do mundo. E eu me tornaria um fã muito além da faixa etária de seu público. É a vida. A gente paga a língua por falar mal do gênero, vem uma diva e arrebata nossos corações – crucifiquem-me.

sábado, 28 de julho de 2012

E Se Você Pudesse Viver Outra Vez?



E hoje terminamos nosso Ciclo Finlândia/Aki Kaurismäki. Damos um ‘Até Breve’ para esse país e este grande cineasta com uma das principais obras do cinema do Leste Europau: O Homem Sem Passado (“Mies vailla menneisyyttä”, 2002).

sábado, 21 de julho de 2012

Porto Aberto



Estamos no terceiro texto e esta é a obra mais recente de Kaurismäki. Nessa continuação investigativa sobre o conjunto de um dos maiores gênios do cinema europeu, humildemente tentamos entender sua filosofia por trás das lentes. Uma tímida tentativa de mergulhar no mundo narrativo da Escandinávia... E uma observação inicial: Posso dizer que eu amo esse cartaz?

sábado, 14 de julho de 2012

Franks & Marias



O Ciclo Finlândia vem com uma novidade. Os quatro textos serão filmes de um mesmo diretor: Aki Kaurismäki, um brilhante e curioso homem nascido em 1957 na cidade Orimattila. A primeira 'crítica,' sobre Luzes no Crepúsculo, abriu caminho para essa série de textos/filmes novos de alma antiga. Uma breve análise sobre algumas obras desse gênio, um flerte e uma boa intenção de compreender mais o cinema fabuloso e fora de época de Kaurismäki.

sábado, 7 de julho de 2012

Ótimo, Por Ser Tão Ruim



Estamos na distante e pouco falada Finlândia. Helsink pulsa mais do que falam. É frio e um bom chá quente nos acompanha para o primeiro filme do ciclo branco e azul. Lá fora faz frio mesmo numa noite de verão. Então nada melhor que ligar o aquecedor, o DVD e ser feliz (Ou não?!).


sábado, 16 de junho de 2012

Rosa e Azul



Eu caminho por Montmartre a aproveitar os últimos momentos neste lugar. O céu está meio nublado, é o tempo perfeito para mais um café com baunilha. A França vai embora hoje, e daqui partirmos para a fria e distante Finlândia. Não posso esquecer de comprar minha passagem de trem. Ah, Adeus croissants de chocolate – e me desculpe se só penso em comida e cinema. –  Este ciclo se fecha com um pouco de psicologia infantil, sexualidade e aquela delicada época das descobertas. Lembrou-me até do meu primeiro texto para o site, no Ciclo Dinamarca. Tomboy (“Tomboy”, 2011) tem o mesmo espírito livre do filme dinamarquês de tanto tempo atrás. Talvez corpos e personalidades mudem, não a mensagem que se tenta passar nesses anos todos; ideais franceses tão conhecidos, mas pouco exercidos de liberdade, fraternidade e igualdade.

sábado, 9 de junho de 2012

Que Morram as Rosas



A França sempre – ou quase – nos brinda com grandes filmes e reflexões. Hoje então vamos falar de existencialismo, dialogaremos com a morte e o não deixar nada para trás. Ser capaz de seguir um caminho sem volta e não olhar para o que se abandonou. Esquecer amor em ordem de não se machucar. O Tempo Que Resta (Le Temps Qui Reste, 2005) é a nossa película da vez.

sábado, 2 de junho de 2012

Trapaça



Eu sei que nada disso faz parte ou é permitido, mas talvez eu tenha a licença poética para tratar do meu filme favorito de todos os tempos (nesses longos 21 anos de idade). Eis aquele e único capaz de me deixar sem ar por 127 minutos. Eu tentei, não consegui me aguentar. Por um momento rápido demais minha cabeça girou e eu decidi – ainda incerto – em trapacear. Hoje, em segredo, vamos dissertar sobre um filme falado em francês, afinal, estamos no ciclo França. Mas uma produção canadense, e que produção, meus caros!


sábado, 26 de maio de 2012

Tango Francês



O nosso voo Berlin-Dublin foi cancelado e sem previsão de remarcação. Ficaremos parados? Acho melhor não. Já faz um tempo sem aparecer com novidades aqui então resolvi pegar o primeiro trem para Paris e falar de um dos filmes responsáveis por me fazer querer estudar cinema. Este que quebra o tempo, a moral e – talvez – o bom gosto. Por ser tão diferente de tudo, vamos ignorar sinopses e mergulhar nas sinapses. Iniciamos então, o ciclo França. (Eu posso não beber, mas um vinho até cairia bem para começar).

sábado, 28 de abril de 2012

O Pequeno Demônio Dentro de Nós



Hoje se fecha mais um ciclo. O último filme alemão a ser falado em nossa coluna de Cinema Europeu é talvez o mais conhecido dos cinco. Na primeira vez que o vi era meia noite, meus olhos mal se sustentavam contra o sono e minha vontade era de desistir de assisti-lo. Mas bastaram os primeiros minutos dentro daquela sala escura para todo meu interior sonolento ter um motivo para continuar acordado e bem atento.

sábado, 21 de abril de 2012

Aquele Sentimento



Às vezes a gente não quer escrever, se expressar, tirar de dentro o que já quase transborda. Falta vontade de proclamar a arte ainda não vista. Por isso nos encontramos impotentes, cheios de pressão interna e completa inércia ao lado de fora. O quarto filme do Ciclo Alemanha nos tira de um ponto comum e nos leva para uma realidade de amor já explorada, aqui tratada com um novo olhar.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pan Pan Americano

O Americano ("Americano", França, 2011) passa sinais confusos, começando pelo fato do filme contar a história de um francês... Entre diversos equívocos, o pricipal fica sendo a forma com que um conceito interessante acaba caindo pelo lado errado e se tornando um episódio lamentável da cinematografia ocidental. Há poucas coisas para se guardar dessa obra. Enquanto isso, é difícil esquecer o arrependimento que fica.

sábado, 31 de março de 2012

Não Se Esqueça de Você Mesmo



Não é muito, mas o texto n.º 10 para um novato como eu tem um Q especial. Hoje escrevo a décima página de um diário pessoal e aberto para todos. Registro aqui o que vi, filtrei e me apaixonei. Para vocês abro um pouco do meu mundo fílmico. Estamos agora na Alemanha, o lugar dos melhores cachorros quentes, lar de uma das capitais mais excitantes da Europa e claro, de filmes incríveis. Como Chihiro esteve após atravessar um túnel escuro com seus pais, estamos diante de um lugar desconhecido. Nossa viagem pode não ser através de um trem cujos trilhos estão submersos e com dragões e bruxas, porém não menos mágico viajamos pela descoberta de nós mesmos, para as possibilidades de sorrisos ao lado de fora.

sábado, 10 de março de 2012

Se Deus Salvar a Rainha, Matamos os Aliens



Senhoras e Senhores é nosso último dia na Inglaterra. Bebemos nosso derradeiro chá, já vamos esquecendo as chuvas e olhamos para o céu. Ual, o que são essas coisas? Meteoritos? Não entrem em pânico, meus caros, é apenas uma invasão alienígena. Estamos protegidos nesse perímetro, não pelo FBI porque isso é coisa dos ianques, mas por um grupo de adolescentes revoltados e armados.

sábado, 3 de março de 2012

O Coração de uma Fera

 

Acreditamos ter o poder de valorizar as pessoas pela capa e esperamos estar sempre certos. Julgamos sem nos importar com a “verdade”, maquiavelicamente deixamos nossa construção tomar conta da realidade. Muitas vezes esse poder de categorização visual recaí sobre nós, somos rotulados sem nos dar conta. O terceiro filme do Ciclo Inglaterra a ser analisado é uma jornada pela vida de uma bestial criatura, suas limitações e quanto as conclusões, deixe-as para o final do filme.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Perdoe-me Pela Gula



A viagem foi longa. Ok, talvez nem tanto. O que preciso é de um bom pub, beber alguma coisa e colocar os pés para o alto. Deixamos a Dinamarca e chegamos à terra de Harry, Rony e Hermione. Vamos então falar de magia? Bem, se o sobrenatural compreende histórias “normais” com o dom impressionante de encantar, então sim, vamos falar de roteiros mágicos e artes ilusionistas. Segurem os caldeirões, crianças, esta poção é altamente viciante e o ciclo Inglaterra está no ar.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Entre Cachorros e o Inferno



É o último dia antes de partirmos para a Terra dos Beatles. Desventuramos-nos pela viagem da vida, sem asas e com nenhum colete a prova de balas. Então às vezes a gente precisa descobrir o que não se pode praticar para só então fazermos. Criminosos de mente sã. Termino de arrumar as malas e olho por cima do ombro. A Dinamarca se despede com uma excelente comédia trash, humor negro de primeira: Na China Eles Comem Cachorros (“I Kina Spiser de Hunde”, 1999).

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Pula Logo e Acaba Com Isso

Quando assisto a um filme ruim no cinema a ideia de sair da sala é sempre tentadora. Dessa vez não sai, quase dormi e nunca torci tanto para alguém pular de um prédio. Pois agonia de assistir a mais do mesmo é sempre tênue, eles poderiam melhorar o que já foi feito, quando na verdade acabaram piorando a fonte de onde beberam.

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