É verdade que as narrativas representativas industriais (ou N.R.I.) passaram por um boom qualitativo nos últimos dez anos pra cá. Hollywood estar aprendendo com a sua concorrência ideológica só faz piorar o fato de que o cinema não representativo está passando por maus bocados. Camille Claudel, 1915 ("Camille Claudel, 1915" França, 2013) é um microcosmo de tudo que já de errado com o cinema autoral que está sendo produzido ao redor do mundo.
