quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2009 Velho

O ano termina e começa outra vez, não é mesmo Simone? Tomara que não porque 2009 já deu. Aliás, entra ano, sai ano, e continuamos escutando o mesmo CD, as mesmas músicas e os mesmos jingles de dezembro. Já foi Natal na Leader Magazine pra vocês também? O Rei já fez seu mesmo show pela trigésima quarta vez (confere?) e a Xuxa insistiu em seu especial? Dois mil e nove já está batendo a porta na nossa cara e o último ano desta tímida primeira década já está chegando junto. Cheio de charme. Todo se querendo. E aí? Já é ou já era?

domingo, 20 de dezembro de 2009

Edição POP! CINCO


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Em Apneia

James Cameron não economizou nem tempo, nem dinheiro e nem esforço em sua mais nova produção. Não seria exagero citá-lo como um profissional destemidamente audacioso: após ter dado vida ao monumental transatlântico “Titanic”, o diretor emergiu dos profundos 12 anos de intervalo e está caminhando para conseguir fincar um marco na história da cinematografia mundial. Seu novo mundo, que já vinha sendo exaltado antes mesmo de chegar às telas, não é apenas resultado de um processo de auto superação. “Avatar” é um horizonte no qual chegaremos, inevitavelmente, com os próximos filmes de ficção.

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Motivos de Sobra

Está chegando às telas brasileiras a simpática produção argentina “Motivos Para Não Se Apaixonar” (Motivos Para No Enamorarse), de Mariano Mucci. Ao longo de seus 90 minutos, o filme desenvolve a história da enrolada Clara (Celeste Cid), uma operadora de telemarketing que se diz sem sorte no jogo nem no amor. Apesar de ser iniciado com uma retrospectiva dos fracassos amorosos da protagonista, a trama só começa a caminhar a partir de seu último desapontamento, ao flagrar seu namorado Axel na cama com sua até então melhor amiga, e dona do apartamento onde mora.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Maçã do Amor

Histórias de amor, por mais que busquem inovar e fugir do lugar comum, sempre deixam um ar familiar de associação com outras. A diferença de “Nova York, Eu Te Amo”, e sua sutil e inteligente estrutura, está no fato de não contar uma história ou desenvolver uma só narrativa: o longa é construído por curtas de 11 diretores e se completa e se auto-referencia com a grandiosidade de uma obra que inicia e acaba em si. Nada muito complexo, como possa parecer, apenas ativos amantes da cidade, de diferentes nacionalidades, veteranos ou não, guiados pelo sentimento mestre do qual falamos… conectados pelo cinema.
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