Todo festival de cinema tem aquele filme tão ruim que ninguém consegue explicar por quê foi selecionado. No Festival do Rio deste ano, é A Casa Elétrica (Brasil/Argentina, 2011) que traz essa dúvida. Apesar de ter uma premissa interessante e curiosa, não há sequer um elemento na trama que a sustente durante seus longos 114 minutos.
