Vou começar constatando o óbvio: Michael Jackson era mau. Tão mau que mesmo depois de 25 anos do lançamento do seu álbum Bad, ele ainda tem umas das melhores músicas que você já ouviu. A setlist é tão boa que Spike Lee resolveu tocar ele pra gente de um jeito que a gente nunca tinha visto: cada faixa comentada em um documentário singular. E daí veio ao mundo Michael Jackson Bad 25 (EUA, 2012). Um filme que se define da mesma forma que seu objeto de trabalho e o homem que criou tudo isso: épico.
