terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Notas Musicais


Começo de ano é sempre devagar. Então, pra ir engatando alguma energia, ou pra continuar no ócio, alguns discos fáceis (ou não tão difícieis) de ouvir pra você escutar quando não tiver nada pra fazer.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Extrapolando Os Limites Da Breguice


Pense num filme romântico clichê, previsível, e principalmente: BREGA. No recheio coloque o estereótipo de um filme coreano: gritarias e tragédias. Alie isso a efeitos especiais toscos, com direito a corações formados por estrelas cadentes. Pronto! Você acabou de imaginar Fly High (2006, Coréia do Sul).

fly_high_korean_movie_poster

sábado, 14 de janeiro de 2012

Um Herói² Entre Nós

Eis que o fantástico Homem de Ferro Sherlock Holmes esteve entre nós, meros mortais tupiniquins, para o lançamento do novo filme de Guy Ritchie. Sobre um tapete vermelho repleto de fotógrafos desesperados e fãs histéricas, um dos atores mais fanfarrões de Hollywood deixou pra trás a excentricidade para distribuir alguns autógrafos e trocar meia dúzia de palavras com a imprensa num figurino digno da elegância de Tony Stark. Então clique logo em "ler completo" para saber tudo o que rolou nessa incrível pré-estreia no Rio de Janeiro. Afinal, se até o Robert Downey Jr. curtiu isso, você também vai curtir!

Foto: Monalisa Marques | © LixeiraDourada 2012

Idiotas Por Opção



Dando continuidade ao ciclo Dinamarca, eis o intrigante Os Idiotas ("Idioterne", de 1998) de Lars Von Trier. Se a estética do Dogma 95 lhe incomoda um pouco, por favor, tente ignorar para poder apreciar ao máximo e sem preconceitos esse filme. As atuações tão verossímeis, a direção e edição “naturais” tornam a experiência de vê-lo como a de assistir a um interessante documentário.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Um Hieróglifo Animado

Meses atrás, a convite de um amigo, eu estava prestes a vivenciar o que mudaria completamente a minha percepção sobre o que é uma peça teatral impecável. "Vivenciar", sim, porque Cartas de Rodez não é coisa para simplesmente ser assistida. Montada pela Cia. Amok pela primeira vez em 1998, ano em que recebeu o prêmio Shell de Teatro de melhor direção (Ana Teixeira) e atuação (Stephane Brodt), o monólogo impressiona até hoje pelo esmero e profissionalismo da equipe. Assisti-lo é ter acesso a uma torrente de surpresas, indagações e sensações.

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