sábado, 5 de janeiro de 2013

A vida dos outros... E a minha!



O tempo pode correr tão rápido. Tudo passa em uma velocidade capaz de cortar a nossa pele com o vento. O tempo pode ser mais cruel que qualquer ser humano em sua imaginação, já devorou mais filhos que o Titã Cronos e já deixou mais mulheres de coração partido que qualquer Casablanca. Ainda assim, esse mesmo tempo, fracionário e eterno deu a humanidade a arte que ela precisava: o cinema. A Sétima delas. Fascinando os olhos do homem que faz e do que assiste. Assim como os meus olhos, daquele que sobre ela escreve.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Diversão em 8-bits

Depois da decepção que foi “Valente”, a Disney parecia estar em sua última vida. Mas então eis que surge Detona Ralph (“Wreck It Ralph” 2012, EUA), quase como um cheat code para recuperar a credibilidade do estúdio. O que mais chama a atenção nele são as referências que faz ao universo dos games, esquecido desde “The Wizard”. O público gamer vai comparecer em massa, nem que seja só pra ver o Bowser e o Zangief juntos.

A vida como ela é


É difícil resumir a história de O Som ao Redor (Brasil, 2012) em uma sinopse realmente satisfatória. O filme, assim como a vida, é todo construído de pequenas sutilezas e pequenos acontecimentos. Em sua estreia nos cinemas, Kleber Mendonça Filho consegue criar um belo panorama da vida dos moradores de um bairro nobre de Recife. O Som ao Redor é, sem dúvidas, o filme nacional mais instigante dos últimos anos e, não por caso, vem sendo ovacionado ao redor do mundo. Foi até citado pelo New Work Times como um dos melhores filmes de 2012.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Voto Popular


Chegou aos cinemas brasileiros na última sexta-feira o novo filme de Pablo Larraín e, até o momento, candidato chileno ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. No (Chile/França/EUA, 2012) conta um capítulo inusitado da história lationoamericana quando, em 1988, o general ditador Augusto Pinochet decidiu realizar um referendo para legitimar seu governo através do voto da população chilena sobre sua permanência, ou não, no poder.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Quem é Tony?



Segundo a crença popular, bater com o cotovelo em algum lugar é sinal de surpresa. Quanto maior for a dor melhor a surpresa. Cresci ouvindo isso. Não sei se foi pura coincidência ou se a crença é verdadeira, mas, nessa semana, tive uma grande surpresa cinematográfica depois de sofrer um “acidente” doméstico com meu cotovelo. A surpresa foi o filme Tony Manero (“Tony Manero”, 2008, Chile) de Pablo Larraín.

 
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