Ontem foi
meu aniversário, e longe de ter assistido ao filme da minha vida, resolvi dar
uma chance ao Vencedor do Urso de Ouro e estreante nos cinemas deste final de
semana: César Deve Morrer (Cesare
deve morire, Itália, 2012). – Fiz algo terrível antes de vê-lo: li muito sobre
ele. Isso para mim sempre matou boa parte da minha própria apreciação,
envenenou minha opinião e tirou qualquer brilho curioso de investigação dos
meus olhos. Portanto, se quiser se surpreender com o filme, não leia este
texto.
sábado, 19 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Tarantino em Ótima Forma
reciclado por
Marcelle Pacheco
Um dia, o diretor mais criativo da história do cinema resolve homenagear aquele que é o gênero norte-americano por excelência. Foi assim que Quentin Tarantino deixou de lado mais uma vez a Madonna, as passagens bíblicas que não existem e os Royales with Cheese e foi parar no Velho Oeste. O resultado? Django Livre ("Django Unchained", EUA, 2012) é simplesmente sensacional.
*Seletivamente coletado como
Django Livre,
Estreia da Semana,
filme,
Quentin Taratino
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Conto de Fadas Mexicano
reciclado por
Luiz Carlos Rocha
Quando conheci o filme Como Água
para Chocolate (“Como Água para Chocolate”, 1992, México), pensei que se
tratava de uma comédia-romântica, como dessas feitas em Hollywood. Por
ignorância minha, desconhecia completamente a história, mesmo sendo um famoso romance
mexicano, homônimo, escrito por Laura Esquival. O que me deixou mais confuso
foi quando li que, segundo a revista Somos,
Como Água para Chocolate está na lista dos 100 maiores filmes produzidos no
México.
*Seletivamente coletado como
coluna,
Como água para chocolate,
drama,
México,
Películas Doradas
domingo, 13 de janeiro de 2013
De Uma Vez Por Todas
reciclado por
Unknown
Será que exista amor à primeira vista, à primeira dança… à primeira música? Quantos encontros são necessários pra duas pessoas se apaixonarem? Quantas conversas? Quantos almoços? E de quanto tempo essas duas pessoas precisam para perceberem que estão apaixonadas? Podemos dizer que Apenas Uma Vez ("Once", Irlanda, 2006) é um musical sobre esses meandros de uma nova paixão, mas na verdade o filme vai bem além disso e mostra todas as nuances do nascimento de um novo amor, carregado de carinho, cumplicidade e amizade.
*Seletivamente coletado como
Apenas Uma Vez,
Beyond Hollywood,
coluna,
filme
sábado, 12 de janeiro de 2013
O Menino e a Gralha
reciclado por
D M Rangel
A ausência
pode causar tanto ou mais dano do que um factual tapa na cara. Somos obrigados
a sentir na pele a ausência, aquilo que nos falta e nos faz falta. Como se nada
existisse sem “aquilo” em questão. Vemos-nos perdidos na realidade, procurando “substituições”
e condutores onde podemos transferir nossos afetos. Sem nos darmos conta, transformamos-nos
aos poucos em uma ave que caiu do ninho e ainda não sabe voar.
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